sexta-feira, julho 14, 2017

Dúvidas

Há um cansaço entranhado em mim de muita e muita coisa, de decepções, de pessoas, de obsessões, de tristezas, de alegrias, de tanta e tanta coisa que me preenchem os dias e que me vão causando mesmo uma grande e enorme prostração.
Não me consegui levantar, cumprir as minhas obrigações porque sinto estar a perder tempo em inutilidades, sem preencher a minha vida como queria e acho que tenho direito.
Ontem fui chamado à atenção por amigos pelo dever que tenho de lhes dar explicações acerca deste processo em que estou envolvido; é verdade que sim mas também gostava de ser apoiado sem ser questionado, sem precisarem de explicações adicionais. Houve quem, desde logo, me desse as informações que pedi e outros precisam primeiro de perceber. Acho que têm esse direito mas esperava outro tipo de atitude e de actuação. Mas percebo e compreendo.
Começo a conseguir resistir aos cantos de sereia, não embarcando em situações inúteis e dispensáveis nos tempos que correm. Sobretudo quando se exige sempre algo em troca que não quero fazer ou dar. Estou farto de ser utilizado, usado e abusado. Por isso é estou orgulhoso de mim, disse não a mais situação que seria apenas e tão só uma troca de serviços sem qualquer utilidade.
E vão começar o fim de semana... algumas coisas combinadas e Ainda quero ter tempo para mim para estar descontraído, relaxar, pensar, descansar e perceber quem realmente interessa, quem está comigo ou deixa de estar na certeza de que tenho de arrumar duma forma certa a minha vida. 
Tenho também de aproveitar da melhor forma estes meus últimos anos de vida, mas duma forma responsável, consciente e sensata, mesmo que me possa sentir sozinho, mesmo que a vida não me corra como eu desejo. Mas como me diz o AA colhemos o que semeamos e eu fiz uma sementeira com muitos erros e muitas opções erradas, pelo que não me posso queixar do que me tem acontecido. Só espero encerrar este capitulo quanto antes e entrar noutro ciclo de vida. 
Mas deixemo-nos de ter pena de nós próprios, sigamos em frente, façamos algo de positivo na vida e com um SORRISO forte e luminoso na certeza de que, talvez, Ainda consiga que a FELICIDADE bata à minha porta. Vou conseguir 

quinta-feira, julho 13, 2017

Contradições

Ontem um jantar muitíssimo agradável. Bem disposto e interactivo com as minhas "velhas" amigas de curso.... é sempre bastante agradável estar com elas, passar bons momentos de distracção, boa disposição e de conversas soltas e descontraídas.
Esse momentos apagam os muitos outros em que, duma forma ou doutra, me sinto obsessivamente atraído por luzes que não conduzem a nada a não ser à inutilidade do tempo perdido, ao cansaço e desgaste mental permanente e intenso.
De facto, a contradição entre o que faço e o que sinto, de revolta e de zanga comigo mesmo, leva a situações extremas e compulsivas de completamente muito pouco saudáveis e de atitudes muito negativas. Mas está nas minhas mãos controlar tudo isto.
Pode-se ter uma loucura saudável e acho que a tenho quando me entrego a jogos lúdicos, quando entro no espírito infantil e noutras situações, mas o grave é a loucura mental e obsessiva que tenho por vezes. De facto, há momentos em que ao entregar-me a pessoas, atitudes ou a comportamentos completamente erráticos, inconsequentes e negativos apenas procuro, talvez, punir-me ou castigar-me de qualquer coisa em vez tar seguir aquele caminho que já sei ser o correcto e o certo. 
Tenho e devo, cada vez mais e em cada momento, estar de bem comigo próprio, não me violentar nem me perder em obsessões e inutilidades para conseguir manter o meu SORRISO e a minha FELICIDADE.
PS: talvez o chamado meu núcleo duro esteja a perceber e a compreender a minha postura, assim como eu compreendo a deles. Sei que a Amizade permanece e se Mantém , mas também sei que há/houve ténues fios que se quebraram para mim. E até admito que posso não ter razão em muita coisa mas é o que sinto.




quarta-feira, julho 12, 2017

Sorrisos

Mais um dia.... pouco a pouco os dias vão passando, tudo ou quase tudo se vai compondo e as férias começam a ser quase uma realidade. Mas sinceramente cada vez menos sinto qualquer vontade de estar nesta rotina e neste dia a dia. 
Infelizmente a vida continua tendo de encontrar o meu rumo, o meu caminho e a consciência de que há apenas um caminho que se chama verdade, rectidão e respeito próprio.  
Nestas férias tenho mesmo de relaxar, descontrair e tentar, mas tentar seriamente orientar a minha vida, acalmar a minha sofreguidão de muita coisa, recolher-me em mim e descobrir como viver comigo mesmo e para mim. É o mais importante neste momento.
Sei que estou numa fase bastante difícil da minha vida, uma vez mais; bastante aéreo, cheio de contradições e necessidades que não consigo, de forma alguma satisfazer ou realizar. Pergunto-me se mais alguma vez conseguirei ter uma vida estabilizará, normal e realmente válida. Sem estas andanças, estes sobressaltos e muitas vezes esta angústia existencialista.
Se ao menos conseguisse desistir de muita coisa, enveredar por outros caminhos, perceber de consciência o que é melhor para mim e não estar permanentemente a pôr tudo em causa, nem tão pouco perseguir moinhos de vento que são apenas e tão só inutilidades e coisa alguma.
Sinto muitas vezes estar num círculo vicioso permanente sem saber sair dele, sem conseguir quebrá-lo ou dar a volta duma forma definitiva e completa, tendo muitas vezes a vontade de não estar aqui agora e neste momento. Mas a menos que algo aconteça, aqui tenho de continuar e aprender com os meus erros.
Sinto-me talvez numa certa travessia do deserto em que vou mudando de paradigmas, de amigos - que vão passando por mim - de realidades, tendo de manter na aparência um atitude e um comportamento que nem sempre corresponde ao que realmente sinto. E sinto-me cansado e depressivo again and again.
Muita coisa se passou, muitas mais se passa e hão-de passar tendo apenas que estar preparado para tudo isto e muito mais que seja preciso, apesar desta falta de vontade e de ânimo. Das desilusões com as pessoas que tenho tido, com os meus entusiasmos  imediatos, com a minha pressa em seguir em frente, queimando etapas e querendo que os outros sejam como eu o que, manifestamente, não é possível. 
Mas ou consigo vencer e seguir em frente ou então nada faz sentido e não vale a pena continuar assim e desta forma, devendo tirar as devidas ilações deste facto. Tudo tem a vida e neste mundo.
Um SORRISO ??? Gostava de o ter duma forma mais luminosa e forte, para que conseguisse Ainda ter alguma FELICIDADE na minha vida, sem andar embrulhado em fait divers ou a colher os frutos das minhas contradições e parafilias.



terça-feira, julho 11, 2017

Processos

Ontem o dia tive na PSP a (não) prestar declarações numa queixa que foi apresentada contra mim, sem pés nem fundamentos mas que, infelizmente, tem de ser respondido e feitas as diligências necessárias. Uma vez mais estou arguido num processo, que era mesmo o que eu precisava neste momento.
Já estive nesta situação por uma acusação de difamação que foi arquivada e ficou, felizmente, arrumado. Na verdade os caminhos pelos quais me metia são duma estupidez incrível e com estas consequências. Espero, desejo sinceramente que isto seja a ultima vez em que estou metido nestas andanças e nestes problemas. Para além de que me sinto profundamente envergonhado e humilhado. É triste chegar ao sessenta anos e estar perante problemas destes, afastado e longe dos meus amigos e à procura não sei bem de que nem de quem. 
Está mais do que na altura de mudar drasticamente de rumo, de caminho e de orientação visto que se continuar a meter-me nestes trilhos poderei acabar bastante mal. Tenho duma vez por todas de meter na minha cabeça que estes disparates e erros têm de acabar e terminar duma vez por todas porque, efectivamente, já não tenho idade para estas coisas e quero estar em paz e tranquilidade.
Esta necessidade de encontrar um caminho que não seja o meu próprio caminho, esta busca dum objecto externo que se projecte no meu EU é algo completamente errado e disparatado porque sei, e cada vez mais tenho essa consciência, que  apenas devo contar com a minha força, a minha inteligência e empenho em descobrir-me e mudar.
Também quero encontrar-me no meu refúgio, na minha pessoa e no meu espaço duma forma silenciosa, tranquila e pacífica sem estar com mais alguém sem ser eu próprio e a minha pessoa. Nesta minha narrativa de vida gostava que para a posteridade eu fosse recordado duma forma positiva e como alguém que tivesse feito algum bem e não por estas porcarias e desvarios. Vamos a ver que legado vou deixar se é que deixarei algum...
Duma forma ou doutra é mais do que tempo de ultrapassar todo este passado, de me reorganizar duma forma completamente diferente, de não procurar afectos onde eles não existem nem tão pouco podem existir porque afectos, sentimentos, Amizade ou Amor não se pedem nem se impõem porque tem de se sentir duma forma expontânea e sincera. 
Esta minha obsessão para "comprar" afectos, amizades ou Amor é algo completamente errado e distorcido por todas as razões e mais algumas, mas fazem parte dum padrão de comportamento que me caracterizou e que foi parte integrante da minha pessoa. Espero ter irradicado completamente determinados tipos de obsessões e ter percebido que o caminho passa sobretudo por mim e através de mim e  NUNCA por meio doutras pessoas sejam elas quais forem.
Um SORRISO envergonhado, mas com a certeza de que estou a aprender a ser diferente, a encarar a vida doutra forma, bem como a ter uma FELICIDADE pessoal e interior consistente e positiva.

segunda-feira, julho 10, 2017

Semana

Início de mais uma semana a caminho das tão desejadas férias... o fim de semana terminou com mais umas das tais surpresas inesperadas que, por não ter sido programado ou combinado antecipadamente, foi extremamente bom e positivo.
Sinto que, não só dentro de mim há muita coisa boa e para explorar, como também que existe muita gente honesta, empenhada e positiva por aí, só tendo que as descobrir e aproveitar.
Neste momento também sei qual é, exactamente, o meu ponto mais sensível e que me faz ficar bastante alterado e com alguma razão. Não são as pessoas, Não é não ter ninguém nem tão pouco estar numa certa encruzilhada da vida, mas sim a situação profissional e financeiro do momento. 
Isso é algo que me preocupa bastante como é evidente, porque tudo o resto se faz e se compõe mesmo os problemas pessoais, de Amizades ou afins... mas tenho de ter uma estabilidade firme e não sentir que me movo em areias movediças.  Espero e desejo que esta fase passe o mais rapidamente possível.
Há neste momento muita coisa no meu pensamento, umas boas e outras menos boas, mas tudo fazendo parte do meu crescimento e amadurecimento pessoal, porque na verdade muito da minha vida passada é para esquecer, ou antes, para aprender o caminho que não devo percorrer de novo, nem tão pouco cometer os mesmos erros ou disparates. A mudança tem de se basear no conhecimento, na vontade e no empenho de querer fazer mais e melhor.
Estou com um enorme interesse em aprofundar um conhecimento recente porque existem grandes afinidades e interesses comuns, sendo talvez uma das pessoas mais interessantes que conheci nestes últimos tempos. Com calma, segurança e vontade talvez cheguemos a algum lado.
Hoje Não tenho muita vontade de escrever, pelo que aqui fica o meu SORRISO cheio de entusiasmo e de vontade de conseguir alcançar a minha FELICIDADE.



domingo, julho 09, 2017

Domingo Cinzento

Mais um domingo  deste mês de Julho... ontem jantar na zona da Ribeira com um amigo que não via há muito e que adorei rever. É uma pesssoa fantástica, com uma força imensa e uma narrativa de vida cheia de força, entusiasmo e energia, para além de ser um vencedor.  Gosto muito dele.
De resto, ontem foi um dia para descansar o possível, mesmo tendo ido jogar Padel, compras de supermercado, fazer alguma comida porque estava cansado apesar de não conseguir dormir como quero e desejava. Mas sinto-me bem e tranquilo.
Hoje vou almoçar com Família, minha Mãe e irmãos à beira rio e depois logo verei o que faço ou não.. tudo depende da vontade e dos programas possíveis. Também tenho de descansar um pouco.
Neste momento continuo ainda magoado e triste com a situação dos ditos meus amigos de coração, pelas atitudes tomadas e sobretudo pela ausência de qualquer feedback e interesse em resolver parte da situação o que seria extremamente fácil desde que, pelo menos, assumissem o erro. Mas talvez tenha sido mesmo propositado e deliberado e se assim é, será melhor esquecer e seguir em frente como o devo fazer.
A vida dá muitas e muitas voltas e devemos  saber orientar o nosso percurso ao que nos vai surgindo. Reparo que, neste momento, consigo ser muito mais frontal com as pessoas, não escondendo o que sinto e dizendo na hora como estou; não precisando de "mendigar" amor ou amizade estou muito mais à vontade para comentar, dizer ou zangar mesmo sabendo, e também é uma mudança, que nunca posso  ter toda a razão mas que posso ter alguma bem como que não são os outros que têm as culpas todas, mas que também eu as tenho. Nuns casos mais e noutros menos...
Estas mudanças que vou constatando em mim, envolvem grandes alterações no pensamento e sobretudo no sentir, dando-me maior consistência, maior segurança e maturidade, sabendo que o caminho ainda é logo e que, muitas vezes, parece ser demasiado difícil e doloroso. Mas necessário...
Pode não parecer mas a verdade é que o meu pensamento está bastante mais desenvolvido, bem como a forma como consigo analisar no momento os factos, situações e pessoas, tirando as conclusões possíveis, com uma sensibilidade mais apurada mas mais consciente, bastante mais, das faltas e erros próprios que possa cometer ou fazer.
Felizmente que já consigo descriminar o que possa não fazer bem e a minha quota parte da culpa em determinadas situações, assim como também analisar e escrutinar o que acontece à minha volta. Continuo bastante, muito mesmo, sensível à falta de atenção, à falta de cuidados e daquilo que acho ser o normal entre amigos e pessoas que se gostam, que é essencial para manter essa mesma Amizade. em tudo isto que se passou, vejo ou posso ver neste desinteresse, algo de intencional e de vontade de magoar, mas como já não me considero o centro do mundo nem de vontade, vou pensando que foi um lapso inconsciente e não malévolo. Assim fico mais tranquilo!
Daqui a menos dum mês estarei de férias, a relaxar pela Bulgária e pelo Algarve; também este ano os meus ditos amigos não me irão convidar para ir ter com eles, como nunca o fazem, apesar de outros estarem sempre convidados e de portas abertas. O argumento de que não é preciso dizer nada não me serve rigorosamente de nada, porque vou ao Algarve para casa de pessoas que me estimam bastante e fui convidado. Alias foi-me apenas perguntado se queria ir que a casa estava à disposição. Faz toda a diferença e é assim que eu faria de tivesse alguma casa algures. 
Que felizmente não tenho porque nunca quis uma segunda casa pelo trabalho e despesa que isso comporta, mas até que, neste momento, gostaria de ter um retiro e algum sítio para onde pudesse escapar de tudo e de todos. Mas como não há e durante muito tempo sempre tive a sorte de usufruir de espaços que, não sendo meus, os sentia como tal. Ainda sinto uma enorme saudade de Sto André, com todas as memórias que me desperta, e mais recentemente da Cotovia, onde fui bastante feliz e onde me sentia tão bem.
Quer num caso quer noutro são locais do passado onde, dificilmente, voltarei por razões e motivos distintos. Apesar de ter pena, tenho, felizmente, as recordações, as memórias e ate as provas físicas de que estive lá e de que fui feliz.
Por isso tenho motivos para que, hoje, possa ter um SORRISO forte e luminoso neste caminho em que procuro - e muitas vezes encontro - a minha FELICIDADE porque tenho e devo olhar para todo aquilo que tenho de positivo e de bom na minha vida, bem como de pensar que ainda hei-de encontrar e ter tudo aquilo que ainda quero da vida.



 

sábado, julho 08, 2017

Surpresas

Cada vez mais, o inesperado, o imprevisto, o não combinado é uma surpresa positiva e extremamente confortável. Assim foi, uma vez mais, ontem com a completa alteração de programa por indisposição de uma das pessoas combinadas. Assim foi jantar com um amigo e depois fomos para a noite, tendo esta acabado perto das cinco da manhã e  sido excelente.
Estes programas não calendarizados, que se vão desenrolando são, quase sempre, uma surpresa e algo que sabe muitíssimo bem porque saem fora da rotina e predispõem bem.
Dormi umas 3 a 4 horas porque não só acordei à hora que queria para ir dar as minhas voltas habituais, como também tinha jogo de Padel às 11.00 e pensava ir ao supermercado antes do jogo. Mas acabei por só ir depois do jogo e antes de almoçar, tendo comprado tudo o que necessitava menos uma coisa ou dois que tem de ser no Corte Inglês. Almoçei perto das três da tarde e agora vou fazer a minha sesta para depois ir jantar, novamente, fora.
Hoje fico por aqui e apesar de ter perdido a chave de casa ( que ainda espero que esteja no campo onde joguei ), estou bem disposto, com um enorme SORRISO consciente de que a FELICIDADE pode ser possível se estivermos de bem connosco próprios. Quanto melhor nos sentirmos, mais facilmente estaremos nessa "onda" bem como e cada vez mais a Amizade, verdadeira, sincera e desinteressada, mas empenhada e sentida tem também um papel essencial na nossa idiossincracia.

sexta-feira, julho 07, 2017

Sexta

Conseguimos chegar a sexta feira vivos, de saúde e mantendo o salutar estado de loucura, decretado há uns dias; assim não me sinto responsável por nada nem ninguém e tudo me é perdoado.
A propósito disto a análise de ontem foi bastante produtiva por motivos vários como relatei e continuo a pensar porque aquele tema nunca foi abordado. Talvez seja mais um segredo que se está a ir, nesta autêntica maré de descobertas, revelações e de factos. 
Noutras frentes, continua tudo na mesma, ou seja, o silêncio mantém-se à excepção duma pessoa que, talvez, seja mesmo e efectivamente amiga, interessada e preocupada porque de resto todos parecem ter uma noção bastante errada do conceito de Amizade. Ou melhor dizendo de como se manifesta a Amizade e como se mantém essa mesma Amizade. 
Mas também a verdade é que neste momento nem isso me aborrece ou faz qualquer nossa porque estou a habituar-me a ausência e a viver sem essas mesmas pessoas que já fizeram parte integrante e diária da minha vida. Agora são pessoas que se cruzam esporadicamente no meu percurso e que vou encontrando quando e se calha. É a vida e a fatalidade da mesma.
Fim de semana algo preenchido com jantares, amigos, compras de casa, culinária e o costume para além do aprofundar de conhecimentos recentes. A vida desenvolve-né em muitas vertentes e em muitas fases, tendo que aprender a vivenciar cada uma delas na sua dimensão porque como me diz o AA, e que faz para mim todo o sentido, não posso fazer dum momento mau ou bom o centro da vida. 
Isto é, tenho a tendência para ver tudo duma só cor quando estou muito mal ou muito bem e assim provocar sofrimento, desilusão e muitas ilusões desnecessárias porque devo e tenho de saber pôr os pratos na balança e equacionar tudo na sua devida dimensão e peso. É este crescimento que devo fazer.
Sinto que ando numa fase de maior intolerância às pessoas, aos factos e a tudo relacionado com convívio, visto que estou a aprender a dizer não, a deixar de fazer fetes para que gostem de mim e a "mendigar" migalhas do que quer que seja; aceito todas as provas de Amizade, sensibilizo-me quando se lembram de mim, valorizo-me quando tenho de me valorizar mas nunca mais quero fazer coisas ou ter comportamentos que não quero ter nem preciso ter.   
Sexta-feira... dia de acalmia, de querer que o fim de semana chegue e vai chegar por volta das 19 horas, para ter tempo de ir a casa, tomar banho vestir-me e sair para um jantar marcado há muito com amigos de muita longa data. Felizmente que há pessoas que se mantém na minha vida desde sempre e mesmo com interregnos voltam como se não tivesse havido qualquer hiato. Talvez algum dia também isto se repita com as pessoas de quem continuo a gostar apesar de todas as vissicitudes e apesar de já não acreditar nelas como acreditava no passado.
E por ser sexta feira aqui fica um SORRISO imenso, com muita vontade de ser cada vez melhor pessoa, mais amadurecido e adulto para que a FELICIDADE possa aparecer e permanecer comigo. 

quinta-feira, julho 06, 2017

Marias

Fiquei, hoje, extremamente surpreendido por me ter apercebido que nunca tinha desenvolvido como "meu" AA, a temática MB... como é possível que uma pessoa tão marcante na minha vida, positiva e negativamente, nunca tivesse sido barrada e contada ?
Estava a ouvir-me falar e a compreender a importância dessa relação tão perturbadora, tão controladora e desgastante que marcou profundamente a minha vida durante décadas; fui usado, fui desgastando e pressionado duma forma enorme em direcções completamente anómalas e disfuncionais, como era sempre qualquer assunto, facto ou narrativa associado a essa senhora.
Durante tanto tempo, foi uma personagem central na minha vida, marcante em tantos aspectos e simultaneamente abriu-me a mente para tanta coisa, deu-me tanto e tanto de inovação, conhecimentos, pessoas e por outro lado tanto me prejudicou, tanta influência negativa teve, tanto mal causou.
Mas o que me espanta mais é o facto de ao fim de quatro anos nunca ter abordado com o AA este tema, o que é surpreendente. Sinto que, provavelmente, haverá Ainda muitos outros temas nunca falados porque na verdade em sessenta anos acumulei muita e muita coisa, muitas estórias, muitos factos, muitas pessoas, muitas e muitas coisas mais que são já parte do meu património e da minha identidade.
Essa pessoa foi responsável por tantos e tantos episódios, uns muito bons e outros muitíssimo maus, negativos e nefastos; fez a vida negra a tanta gente, criou tantos conflitos entre as pessoas, numa de dividir para reinar que, agora, está sozinha, enferma e completamente incapacitada numa casa de idosos sem se aperceber de como está. É triste como se acaba assim uma vida tão rica e plena de tanta coisa.
Mas talvez seja verdade quando se diz que o que se faz, paga-se nesta vida e não noutra pelo que tudo o que se passa neste momento é fruto desses actos praticados, da maledicências, da maldade gratuita, da intencionalidade da narrativa, das muitas estórias reescritas, mal contadas ou confabularas.
Estou também convencido que a minha relação começou a "cair" pela sua indluencia porque reparava que, quando, estávamos com ela havia alterações de comportamento e de atitudes e até houve alturas em que comecei a tentar que não houvesse encontros, fins de semana e assim. Mas sinto que despoletou muita coisa porque não conseguia ver ninguém. Feliz.
E fica o meu SORRISO, sabendo que ainda tenho muitas estórias para contar e entranhar, nesta FELICIDADE que procuro em mim mesmo e neste estado de loucura que declarei.



quarta-feira, julho 05, 2017

Loucura

Hoje, dia 5 de Julho, declaro-me oficialmente louco e doente mental.... assim fica mais fácil para mim justificar o que sinto, o que sou e o que faço visto que os doentes mentais são iniputaveis, irresponsáveis e têm a sorte de não saberem nada de nada.
Tudo isto para dizer que estou farto, cansado, esgotado e sem forças anímicas para nada, bem como em guerra com todos e Ainda mais comigo mesmo, o que é, francamente pior. Sobretudo quando estamos francamente a atravessar um mau momento e sentimos que, neste momento, estamos completamente sozinhos, sem ninguém que nos acompanhe e que, verdadeiramente, queira saber de mim e de como estou ou deixo de estar. 
Quase pela primeira vez não culpo ninguém a não ser eu próprio, porque o homem é o que as circunstâncias ditam ( Ortega y Gasset) e as minhas circunstâncias actuais são mesmo estas, duma confusão enorme, dum desnorte imenso bem como de muitas magoas internas que apenas eu tenho de resolver e não culpar ninguém a não ser eu próprio. E reconhecer este facto é já um enorme passo para mim...
Ao fim de quase quatro anos de psicanálise, que resultados existem que a justifiquem, ? Que mudanças houve se é que houve ? E se houve mudanças, elas foram positivas e eficazes ou pelo contrário me estão a deixar assim desta forma e desta maneira ? Será um evoluir normal com a terapia estes momentos de "loucura" e de enorme desanimo ? 
Certa é a insegurança que sinto em relação ao consultorio, quer ao espaço físico quer e sobretudo à situação actual que, infelizmente, piora dia a dia e nada posso fazer para alterar ou dar a volta porque é um problema que todos atravessamos pelo excesso de profissionais existentes, pelo dumping que muitos fazem e Ainda pela falta de respeito dos doentes ou clientes como lhes queiram chamar. Esse é o meu principal desequilíbrio no momento.
Queria tanto estar tranquilo, em paz comigo e com o mundo, sabedor da minha pessoa, consciente do que tenho e sou, bem como com uma visão e uma perspectiva risonha e luminosa do futuro. Nada disto existe porque nada é previsível ou sequer possível de antecipar ou resolver.
Apenas está nas minhas mãos aquilo que quero ser, o,que consigo ser e Ainda como quero mesmo ser agora e no futuro. Esquecer as minhas obsessões, os meus fantasmas, não perseguir as pessoas em busca de afectos ou de Amor que tenho de encontrar em mim mesmo, sem o que nada é possível ou real. Por vezes, apetece-me hibernar ou estar num estado em que nada me atinja, como um estado comatoso.
Por isso mesmo, o melhor é declarar-me louco e instável, para não ser responsabilizado pelos meus actos, bem como não os sentir nem sofrer com eles, porque é como eu gostaria de estar. Imune ao exterior, insensível às pessoas, inconsciente a esta realidade que tenho porque assim seria capaz de ter a FELICIDADE  dum SORRISO verdadeiro, luminoso e sem qualquer resquício de sanidade. Apenas a irrealidade em que gostaria de mergulhar neste momento para fugir de tudo isto e principalmente de mim.

terça-feira, julho 04, 2017

Tristeza

Tempo cinzento , tal como o meu interior. Estou obnubilado, estou triste, magoado e confuso comigo, com os outros e com a vida em geral. Mas não adianta estar sempre de volta disto tudo mas sim seguir em frente, comigo e para mim.
"Esquecer" factos, pecadilhos ou o que quer que seja para que, em consciência e em paz comigo próprio, eu possa e consiga fazer a minha vida, sem dependências externas, sem obsessões ou compulsões ou qualquer outro tipo de parafilias. 
Seguir o meu caminho, estar de bem comigo, sem cedências, nem querer agradar a todos e a tudo, como sempre foi o meu costume, como se assim conseguisse conquistar as pessoas e cativar o seu Amor.
Parece ser um círculo vicioso em que me deixo envolver, porque ora estou em "guerra" comigo, ora com outros, parecendo que só desta forma consigo viver e estar sem pensar naquilo que realmente interessa. Ou seja, em mim, na minha vida sem subterfúgios, sem desculpas ou o que quer que seja.
Esta libertação de coisa, pessoas e factos passados é dolorosa, difícil e estranha porque, finalmente, parece que estou a soltar-me, com alguma dificuldade, do meu passado, dos que fizeram parte dele e agora deixaram duma vez por todas de fazer, não tendo Ainda conseguido arranjar outras pessoas que preencham esse espaço deixado bastante vazio.
Talvez a solução seja mesmo centrar-me em mim mesmo, sem querer qualquer reforço externo, entranhando que cada qual tem a sua vida e não tem que estar a alimentar o meu EGO, nem tão pouco eu ser o centro seja do que for. Mas é difícil e custa ser indiferente aos outros, bem como parecer não fazer parte integrante dum grupo ou do que quer que seja. Vou superar e esquecer muita coisa porque apenas assim conseguirei seguir o meu caminho e construir efectivamente algo que valha a pena.
Mas estou cansado, esgotado de muita e muita coisa que pareço não superar porque fragilidades internas, idiossincrasias próprias e Ainda porque, tal D. Quixote, ando atras de quimeras ou ilusões mil que não existem mesmo a não ser na minha cabeça ou nos meus devaneios. Tenho de depender cada vez mais de mim e apenas de mim.
E quero que o meu SORRISO brilhe no meu firmamento, na minha pessoa e que transmita para os outros, não esta sensação de tristeza como já me dizeram hoje, mas sim um bem estar e uma FELICIDADE que tem de ser real.

segunda-feira, julho 03, 2017

Decepções

Início dum novo mês que, espero, corra bem e duma forma que me permita respirar um pouco dos problemas que, ultimamente, tenho tido. Dei uma volta em certas coisas para poder enfrentar estes tempos duma forma mais tranquila.
Relendo o post de ontem, parece ressaltar um certo ressabiamento, uma certa dor de cotovelo ou inveja do que quer que seja, bem como também um certo sentimento de pena o que não corresponde em nada à verdade. Sinto-me desiludido, triste e saudoso doutros tempos, mas não tenho esses sentimentos de inveja ou assim; são coisas que mexem imenso com o meu íntimo, com a percepção, certamente que errada, de que todas estas alterações também se reflectem no convívio e na forma de estar das pessoas. É a vida.
Fim de semana tranquilo, que terminou muitíssimo bem com o meu filho Francisco a jantar lá em casa e a elogiar a minha culinária. Por acaso o Peixe estava muito bom...
Ele está bem, tranquilo, com planos e ideias e muitos festivais pela frente porque está na idade própria. Quero manter esta rotina de jantares semanais.
Quanto a tudo o mais, sem novidades porque, efectivamente, está tudo na mesma. Cada vez mais me lembro quando se diz que se pode enganar pouca gente durante muito tempo e muita gente durante pouco tempo, mas nunca toda a gente sempre. Ou seja, as minhas contradições, o querer tudo e mais alguma coisa, tapando aqui e destapando acolá, mas nunca sabendo exactamente por onde devo ir, que devo mesmo fazer ou o caminho mais correcto para chegar ao destino certo e Pacífico.
Gostava de não continuar neste ziguezaguear permanente, nesta confusão em que me perco tantas vezes, este constante querer e não querer, este jogo com pessoas que não têm qualquer culpa, este remoinho de sensações, feelings e sentimentos tantas vezes desencontrados.
Quando será que percebo realmente a importância das pessoas, o pensar antes de agir, o não andar atras de moinhos de vento e o não procurar constante por algo  que, naturalmente, acontecerá (ou não). Já está mais do que na altura de me portar como o ser adulto e responsável que sou, como uma pessoa edonea, madura e consciente das suas responsabilidades. Mas a verdade é que esta conflitualidade interna se manifesta cada vez mais duma forma estranha e confusa, deixando-me muitas vezes cansado, abatido e preocupado comigo mesmo.
Mas encaremos com optimismo estes tempos que passam, as férias que se avizinham e que vão correr muitíssimo bem, na descoberta de novos locais, novos mundos e novas pessoas, sempre com o meu SORRISO que quero cada vez mais forte, luminoso e aberto a novas caminhadas, novas pessoas neste rumo pessoal à FELICIDADE.

domingo, julho 02, 2017

Rescaldo

Cansado depois dum jogo de padel de hora e meia... novos parceiros, muito calor e interesse redobrado na modalidade. E já tomei banho, almocei e fiz comida para a semana.
Ontem foi o jantar de aniversário da CP e felizmente que levei um amigo porque senão ter-me-ia sentido extremamente deslocado; desde um palerma que nem sequer me cumprimentou, com uma falta de educação imensa a outro a quem tive de falar porque sim, aliado a ter sido quase ignorado por (quase) todos faz-me pensar e sentir que já não pertenço a este grupo nem nada me liga a estas pessoas.
A cereja em cima do bolo foi mesmo o presente que todos em conjunto deram à aniversiante, sem sequer alguém - fosse quem fosse - se lembrasse de perguntar se eu também queria entrar. Nessa altura senti-me completamente excluído e com um ódio de morte a quem fez a compra que estava todo orgulhoso da mesma.
Para além disso, sinto e bastante que o meu espaço já não existe, tendo sido completamente substituído por uma nova estrela de quem são todos muito amigos e intímos. PAra além de que essa mesma pessoa parece que tem determinados comportamentos de propósito. Para mim chegou e bastou.. ainda pensei que, talvez, tivessem tido o cuidado de ter comprado o meu presente de 60 anos, mas a desculpa de que ninguém tem tempo cansa. Aliás quando se quer pode-se sempre como se viu ontem em que o presente apareceu na hora.
Estou triste por me sentir tão distante e por ver que as afinidades existentes parecem não resistir às distãncias, nem às vissicitudes da vida, mas a verdade é que o verdadeiro e fiel amigo é, como sempre foi, o IA e eu fui por acréscimo. Rei posto, Rei morto...
Armado em vítima... nada disso, nem tão pouco em desgraçadinho, mas apenas constato factos; os telemóveis são bidirecionais e quando se tem interesse, fala-se, telefona-se e proporciona-se encontros. Mas se passaram mais de três meses e ainda ninguém teve tempo para ir ao corte inglês. Não é pelo presente em si, que já nem me interessa minimamente, mas pela atitude e pela falta de interesse demonstrada. Mas sigamos adiante e encerremos mais um capítulo da minha vida porque felizmente tenho anida, bons amigos que estão sempre presentes sem favores ou desprezos.
Tenho pena pelas meninas, e saudades delas, mas também já estou a ser substituído por quem se introduziu muito bem neste circuito e assim está como de direito.
Mas pareço um ressabiado e um rancoroso e não é nada disso; é apenas um sentimento de perda e de ausência de Amizade que se reflecte no que sinto e que me faz sofrer bastante. Mas tudo passa e a vida é feita destes encontros e desencontros em que nada se repete nem é da mesma maneira. Estou mesmo a ver que também neste verão se vai repetir a cena do costume e depois me dizem que me podia ter convidado e feito assim e assado.Será mais uma...
Mas chega destas conversas e olhemos o futuro possível, que será aquilo que conseguirmos e pudermos, porque felizmente a vida continua e nós somos capazes de fazer o presente que queremos ter sempre com um SORRISO e num caminho de FELICIDADE. Que seja mesmo capaz de prosseguir duma forma ou doutra, duma maneira ou outra desde que seja um caminho verdadeiro, correcto e positivo.

sábado, julho 01, 2017

Férias

Ontem, jantar de aniversário dum grande amigo de longa data, amigo sempre presente, interessado e atento aos seus amigos. Uma grande qualidade que nem todos os que se dizem amigos têm ou possuem. Jantar agradável, no mexicano de Algés.

A seguir ainda fui ter com um amigo recente para beber um copo e passar um bom momento, que acabou mesmo por ser uma agradável surpresa. Muitas vezes e estou a aprender isso mesmo, as surpresas vêm donde menos se espera, pelo que, na verdade, não vale a pena ter-se grandes expectativas em relação a coisa alguma, visto que o melhor surge de repente e sem se esperar.

Estou cansado, por me ter deitado tarde e ter dormido pouco, porque chega àquela hora de acordar e eis-me desperto e pronto para as habituais voltas de sábado.

Hoje não tenho nada de especial para fazer, pois era suposto ir ter com um amigo mas ele está a trabalhar numa coisa que lhe encomendei pelo que não pode; sendo assim, vou ficar por casa, arrumar algumas coisas, ler e dormir porque tenho, hoje, outro jantar de aniversário. este deverá  ser bem diferente do de ontem por motivos vários e sobretudo porque não me sinto bem com a maior parte das pessoas. Estou longe delas por motivos vários e elas de mim certamente por outros motivos.

Os dias vão passando, melhor ou pior... ontem dei umas voltas por Lisboa, fiz umas compras e pouco mais, não tendo trabalhado pelas desmarcações havidas e porque, efectivamente, começa a chegar a altura em que as sextas deixam de compensar porque há uma grande mobilidade de pessoas e de movimento, partida e chegada de férias.

Entramos no período estival e ainda não me consegui definir para onde quero ir... indeciso entre alguns destinos, mas entretanto já decidi, já marquei os voos e os hotéis, tendo marcado para um destino não turístico mas que me pareceu altamente interessante, aliando muita coisa e preços. Sendo assim vou passear pela Bulgária e em especial por Sofia. Vamos ver...

Já almocei, já fiz uma série de coisas que tinha para fazer e agora vou fazer a minha meditação para mais logo estar brilhante no meu SORRISO e na minha FELICIDADE.



sexta-feira, junho 30, 2017

Contingências da Vida

Mais uma semana que termina, mais um mês que acaba, entrando no segundo semestre deste ano. Brevemente serão as férias de verão, depois as festas e eis-nos em 2018.
Ontem foi um bom dia de consultório, não propriamente pelo rendimento, mas pelo movimento, pelos doentes novos e por estar todo o tempo ocupado, quase sem faltas. Espero que o mês que vai entrar seja compensador e que me permita respirar um pouco melhor, dando-me alguma folga.
Ontem tive uma breve, mas intensa troca de sms com o meu filho mais velho; achei por bem fazer uma coisa, que detestei, mas que senti que o devia fazer para que ele soubesse que não pode fazer como quer e quando quer. O silêncio e o ignorar têm custos e deixam mesmo muitas e muitas marcas, mas se é a opção dele que assim seja. Por mim, nada mais farei...
É uma decisão que dói e bastante, como aqueles que me conhecem bem - e haverá alguém que neste momento me conheça efectivamente ?? - saberão e poderão perceber visto que os meus filhos sempre foram uma âncora e a minha força. Agora no presente, e com esta situação lamentável, acho que tenho menos um filho que não sei quando recuperarei e se o voltarei a ter.
São coisas da vida que perturbam e magoam, mas contra as quais nada posso fazer visto que não está nas minhas mãos mudar mentalidades ou comportamentos. É evidente que tenho a minha quota parte de culpas, mas a principal será talvez ter dado demais e muito facilmente tudo e mais alguma coisa, não não preparado eficaz e correctamente para a vida. Agora nada posso fazer.
Mas esqueçamos estes factos e narrativas, concentre-nos no que temos e no muito que ainda tenho de crescer, amadurecer e consolidar. Como diz o AA, tenho de usar mais a memória para encarar o presente, de modo a perceber o que não devo fazer e o caminho que tenho de seguir. Resolvendo o que tem de ser resolvido e percebendo o que tem de ser percebido sem dramas, sem estórias e sobretudo sem me meter em buracos negros desconhecidos. E que assim devem ficar...
Mas estou cansado, com dificuldade em tomar decisões, enfrentar o presente e ter forças para  esta caminhada da vida; sinto que já fiz muita coisa, que ainda estou válido para muitas mais, mas sem saber exactamente como ou o que fazer para dar mais qualidade à minha vida e sentir-me mais satisfeito e numa sensação de FELICIDADE. 
Continuemos à procura de algo que me preencha,  me faça sentir feliz e amado,   bem como conseguir ter sempre presente o SORRISO, que deu origem a este blogue e que continua a ter um papel fundamental na vida de todos nós.
PS: hoje tenho um jantar de aniversário e amanhã outro; hoje quero ir e amanhã nem por isso porque estou bastante desiludido (magoado??) com muitas pessoas. Mas claro que a culpa é minha.